Rodrigo Teixeira
Rita Amorim
Mariana Lima
Bruna Araújo
Jorge Cerqueira
Marco Lima
Carmen Teixeira
Daniela Lima
Gaspar Monteiro
Bruno Cristino
*Alunos da turma F do sexto ano.
1ª Medida
Sensibilizar a comunidade escolar para o problema da violência em meio escolar.
(realização de palestras na escolas destinadas a alunos, encarregados de educação, docentes e não docentes, organização de campanhas dirigidas à comunidade escolar sob a orientação do clube do ambiente/ecoescolas)
2. Medida:
Apoiar a vítima e o agressor.
(criação de um espaço de atendimento à vítima - gabinete da sexualidade, ocupar o tempo livre dos alunos mais problemáticos, com clubes, com actividades do seu interesse, envolver os alunos mais problemáticos da escola em campanhas de solidariedade)
Argumentação
Considerando que uma sociedade informada está melhor preparada para enfrentar o problema da violência em meio escolar, a nossa lista propõe que ao longo do ano este tema não seja esquecido, para isso, pretende-se criar parcerias com entidades exteriores à escola, nomeadamente a equipa de Apoio a Crianças em Risco, para que dirijam palestras a docentes e não docentes, alunos e encarregados de educação. Quando todos conhecem o problema, mais cedo o identificam e mais cedo o solucionam, se todos os agentes envolvidos no processo de educação do aluno estiverem à alerta para esta problemática, o risco de se passar ao lado de uma situação desta, será menor.
Para que o alerta se mantenha vivo ao longo de todo o ano lectivo e não se restrinja a uma data ou a um mês, a nossa lista sugere a criação de um grupo de alunos, a funcionar em regime de Clube do Ambiente e da Saúde/ Eco-escolas, que dinamizará actividades sobre esta temática durante todo o ano lectivo e dirigida a toda a comunidade escolar.
Para que o alerta se mantenha vivo ao longo de todo o ano lectivo e não se restrinja a uma data ou a um mês, a nossa lista sugere a criação de um grupo de alunos, a funcionar em regime de Clube do Ambiente e da Saúde/ Eco-escolas, que dinamizará actividades sobre esta temática durante todo o ano lectivo e dirigida a toda a comunidade escolar.
Considerando que a violência em meio escolar acabará no dia em que deixarmos de ter agressores, a nossa lista propõe que se apoie principalmente os agressores. Sabendo que o maior número de casos de violência surge, em momentos não lectivos, propomos que os horários dos discentes, identificados pelos directores de turma como alunos problemáticos, sejam ocupados o mais possível com actividades do seu interesse, que passarão por Desporto Escolar, Clubes, actividades na Biblioteca Escolar, entre outros. Estas actividades não deverão ser sentidas como um castigo, mas sim como uma nova forma de estar na escola, aproveitando o seu tempo em algo útil para si. Para estes alunos propomos também o envolvimento em campanhas de solidariedade, que os façam sentirem-se melhores cidadãos e lhes permita serem olhados de outra forma.
Por exemplo, um aluno problemático que acompanhe semanalmente um idoso, que necessita do seu apoio, o valorize como cidadão e o aguarde semanalmente, decerto desencadeará um processo de valorização da sua auto-estima.
Propomos também, que sempre que surjam vitimas, estas tenham um espaço próprio para se manifestarem, para isso, sugerimos que no mesmo espaço da Educação Sexual, seja aberto um tempo especializado para o apoio à vítima, recorrendo neste caso a pessoas o mais especializadas quanto o orçamento o permita. Alem da disponibilidade habitual nesta escola, de professores, psicóloga e funcionários, consideramos que com a abertura deste espaço, daremos à vítima mais uma oportunidade para expor os seus problemas.