Francisca Sousa,
Hugo Pereira,
Sara Gomes,
Diogo Silva,
Ana Carolina Portela,
Bruna Soares,
Nuno Brandão,
Marlene Silva,
Rafael Santos.
* alunos da turma A do sétimo ano de escolaridade.
Medida:
“Envolver a comunidade educativa na promoção da educação para os valores e no combate à violência em meio escolar.”
Argumentação:
A violência em meio escolar é uma questão transversal, tanto na sua origem como no seu combate.
Na sua génese, na medida em que, na maior parte das vezes, tem como berço o seio familiar, mas também está muito presente no quotidiano das pessoas dos vários estratos sociais e grupos profissionais, mesmo daqueles que têm a função de zelar pela sua erradicação. Quem poderá ficar indiferente ao comportamento das pessoas na estrada, nos recintos desportivos, nas assembleias, ou à mensagem mais ou menos explícita que é veiculada nos meios de comunicação ou nos jogos de computadores?
Por isso, facilmente se constata que muitos são os responsáveis por esse fenómeno, uns mais do que outros: uns por acção, outros por inacção.
Ora, é esta constatação óbvia que fundamenta a necessária contribuição de todos os agentes da comunidade, educativa e local, na solução desta realidade. Solução que passará forçosamente por apostar, dado ser a violência um problema apreendido socialmente, no envolvimento de todos na promoção da educação para a não-violência e para os valores, em particular o do respeito, próprio e pelos outros.
Se for apenas a escola (professores, alunos/turma, funcionários, associação de estudantes/pais) a combater esta problemática, a sua missão tornar-se-á muito difícil, para não dizer impossível. Sobretudo porque continuará a ser legitimada fora.
Daí a razão de ser da apresentação desta medida – “Envolver a comunidade educativa na promoção da educação para os valores e no combate à violência em meio escolar”.
Na sua génese, na medida em que, na maior parte das vezes, tem como berço o seio familiar, mas também está muito presente no quotidiano das pessoas dos vários estratos sociais e grupos profissionais, mesmo daqueles que têm a função de zelar pela sua erradicação. Quem poderá ficar indiferente ao comportamento das pessoas na estrada, nos recintos desportivos, nas assembleias, ou à mensagem mais ou menos explícita que é veiculada nos meios de comunicação ou nos jogos de computadores?
Por isso, facilmente se constata que muitos são os responsáveis por esse fenómeno, uns mais do que outros: uns por acção, outros por inacção.
Ora, é esta constatação óbvia que fundamenta a necessária contribuição de todos os agentes da comunidade, educativa e local, na solução desta realidade. Solução que passará forçosamente por apostar, dado ser a violência um problema apreendido socialmente, no envolvimento de todos na promoção da educação para a não-violência e para os valores, em particular o do respeito, próprio e pelos outros.
Se for apenas a escola (professores, alunos/turma, funcionários, associação de estudantes/pais) a combater esta problemática, a sua missão tornar-se-á muito difícil, para não dizer impossível. Sobretudo porque continuará a ser legitimada fora.
Daí a razão de ser da apresentação desta medida – “Envolver a comunidade educativa na promoção da educação para os valores e no combate à violência em meio escolar”.
Acções concretas:
- Pretendemos realizar acções de formação (palestras, conferências, workshops, etc.);
- Pretendemos realizar acções de formação (palestras, conferências, workshops, etc.);
- Estabelecer contactos/parcerias com entidades da escola (EPCI, clubes…), locais e nacionais;
- Criar uma "Brigada", formada por professores, alunos e auxiliares da acção educativa, que intervenha “no terreno” na prevenção e resolução de focos de violência em meio escolar;
- Desenvolver projectos no âmbito da cidadania, direitos humanos e paz, tratando o tema pela positiva, reforçando os valores de justiça e solidariedade, que deverão ser tratados nas várias áreas disciplinares e/ou áreas disciplinares não curriculares; - Criar um Clube, como actividade extra-curricular, na nossa escola, onde se debatesse e reflectisse sobre os problemas, e se apelasse à não-violência...