SESSÃO NACIONAL
Recomendação à Assembleia da República
Consultar:
http://app.parlamento.pt/webjovem2011/basico/RecomendacaoAprovada.pdf
Reportagem sobre a Sessão Nacional do Parlamento de Jovens
Consultar:
http://w3.dren.min-edu.pt/gift/tvktve/tvktve.htm
terça-feira, 10 de maio de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
Sessão Distrital
Os deputados eleitos efectivos na Sessão Escolar participaram no dia catorze de Março, na Sessão Distrital, em Viana do Castelo, em representação da escola.
A sua prestação foi bastante positiva. Das vinte e cinco escolas inscritas no programa, a EB23/S de Arcozelo obteve vinte votos, alcançando a nona posição.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Debate com a presença do Deputado Eduardo Martins
Contou com a presença do deputado da Assembleia da República, Dr. Eduardo Martins, um debate desenvolvido no âmbito deste projecto.
Este debate foi aberto à comunidade escolar, sendo divulgado nos canais de comunicação do Agrupamento.
Na mesa estiveram presentes, no papel de mediadores dos seguintes elementos: a Psicóloga do Agrupamento., Drª Fernanda Alves, o sub-director do Agrupamento, elemento da EPCI (Equipa de Prevenção e combate à indisciplina), Prof. José Carlos Fernandes, e um dos professores responsáveis pelo projecto, Prof. Gaspar Rocha.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Sessão Escolar
Medidas aprovadas na sessão escolar
1. Apoiar a vítima e o agressor (criação de um espaço de atendimento à vítima no gabinete da sexualidade, ocupar o tempo livre dos alunos mais problemáticos, com clubes/actividades do seu interesse, envolver os alunos mais problemáticos da escola em campanhas de solidariedade).
2. Envolver a comunidade educativa na promoção da educação para os valores e no combate à violência em meio escolar (pretendemos realizar acções de (in)formação, estabelecer contactos/parcerias com entidades da escola).
Deputados Eleitos
Efectivos
Rodrigo Manuel Soares Teixeira
Francisca Sousa
Suplente
Diogo Silva
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Resultados das Eleições
Lista A:152
Lista I: 149
Deputados eleitos à Sessão Escolar:
Rodrigo Manuel Soares Teixeira,
Rita Marlene Cunha de Sá Amorim,
Mariana Silva Lima,
Bruna Micaela Rodrigues Araújo,
Jorge Gabriel Alves Cerqueira,
Tiago Costa,
Francisca Sousa,
Hugo Pereira,
Sara Gomes,
Diogo Silva.
Lista I: 149
Deputados eleitos à Sessão Escolar:
Rodrigo Manuel Soares Teixeira,
Rita Marlene Cunha de Sá Amorim,
Mariana Silva Lima,
Bruna Micaela Rodrigues Araújo,
Jorge Gabriel Alves Cerqueira,
Tiago Costa,
Francisca Sousa,
Hugo Pereira,
Sara Gomes,
Diogo Silva.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Lista A - Medida e Argumento
Tiago Costa,
Francisca Sousa,
Hugo Pereira,
Sara Gomes,
Diogo Silva,
Ana Carolina Portela,
Bruna Soares,
Nuno Brandão,
Marlene Silva,
Rafael Santos.
* alunos da turma A do sétimo ano de escolaridade.
Medida:
“Envolver a comunidade educativa na promoção da educação para os valores e no combate à violência em meio escolar.”
Argumentação:
- Estabelecer contactos/parcerias com entidades da escola (EPCI, clubes…), locais e nacionais;
- Criar uma "Brigada", formada por professores, alunos e auxiliares da acção educativa, que intervenha “no terreno” na prevenção e resolução de focos de violência em meio escolar;
- Desenvolver projectos no âmbito da cidadania, direitos humanos e paz, tratando o tema pela positiva, reforçando os valores de justiça e solidariedade, que deverão ser tratados nas várias áreas disciplinares e/ou áreas disciplinares não curriculares; - Criar um Clube, como actividade extra-curricular, na nossa escola, onde se debatesse e reflectisse sobre os problemas, e se apelasse à não-violência...
Francisca Sousa,
Hugo Pereira,
Sara Gomes,
Diogo Silva,
Ana Carolina Portela,
Bruna Soares,
Nuno Brandão,
Marlene Silva,
Rafael Santos.
* alunos da turma A do sétimo ano de escolaridade.
Medida:
“Envolver a comunidade educativa na promoção da educação para os valores e no combate à violência em meio escolar.”
Argumentação:
A violência em meio escolar é uma questão transversal, tanto na sua origem como no seu combate.
Na sua génese, na medida em que, na maior parte das vezes, tem como berço o seio familiar, mas também está muito presente no quotidiano das pessoas dos vários estratos sociais e grupos profissionais, mesmo daqueles que têm a função de zelar pela sua erradicação. Quem poderá ficar indiferente ao comportamento das pessoas na estrada, nos recintos desportivos, nas assembleias, ou à mensagem mais ou menos explícita que é veiculada nos meios de comunicação ou nos jogos de computadores?
Por isso, facilmente se constata que muitos são os responsáveis por esse fenómeno, uns mais do que outros: uns por acção, outros por inacção.
Ora, é esta constatação óbvia que fundamenta a necessária contribuição de todos os agentes da comunidade, educativa e local, na solução desta realidade. Solução que passará forçosamente por apostar, dado ser a violência um problema apreendido socialmente, no envolvimento de todos na promoção da educação para a não-violência e para os valores, em particular o do respeito, próprio e pelos outros.
Se for apenas a escola (professores, alunos/turma, funcionários, associação de estudantes/pais) a combater esta problemática, a sua missão tornar-se-á muito difícil, para não dizer impossível. Sobretudo porque continuará a ser legitimada fora.
Daí a razão de ser da apresentação desta medida – “Envolver a comunidade educativa na promoção da educação para os valores e no combate à violência em meio escolar”.
Na sua génese, na medida em que, na maior parte das vezes, tem como berço o seio familiar, mas também está muito presente no quotidiano das pessoas dos vários estratos sociais e grupos profissionais, mesmo daqueles que têm a função de zelar pela sua erradicação. Quem poderá ficar indiferente ao comportamento das pessoas na estrada, nos recintos desportivos, nas assembleias, ou à mensagem mais ou menos explícita que é veiculada nos meios de comunicação ou nos jogos de computadores?
Por isso, facilmente se constata que muitos são os responsáveis por esse fenómeno, uns mais do que outros: uns por acção, outros por inacção.
Ora, é esta constatação óbvia que fundamenta a necessária contribuição de todos os agentes da comunidade, educativa e local, na solução desta realidade. Solução que passará forçosamente por apostar, dado ser a violência um problema apreendido socialmente, no envolvimento de todos na promoção da educação para a não-violência e para os valores, em particular o do respeito, próprio e pelos outros.
Se for apenas a escola (professores, alunos/turma, funcionários, associação de estudantes/pais) a combater esta problemática, a sua missão tornar-se-á muito difícil, para não dizer impossível. Sobretudo porque continuará a ser legitimada fora.
Daí a razão de ser da apresentação desta medida – “Envolver a comunidade educativa na promoção da educação para os valores e no combate à violência em meio escolar”.
Acções concretas:
- Pretendemos realizar acções de formação (palestras, conferências, workshops, etc.);
- Pretendemos realizar acções de formação (palestras, conferências, workshops, etc.);
- Estabelecer contactos/parcerias com entidades da escola (EPCI, clubes…), locais e nacionais;
- Criar uma "Brigada", formada por professores, alunos e auxiliares da acção educativa, que intervenha “no terreno” na prevenção e resolução de focos de violência em meio escolar;
- Desenvolver projectos no âmbito da cidadania, direitos humanos e paz, tratando o tema pela positiva, reforçando os valores de justiça e solidariedade, que deverão ser tratados nas várias áreas disciplinares e/ou áreas disciplinares não curriculares; - Criar um Clube, como actividade extra-curricular, na nossa escola, onde se debatesse e reflectisse sobre os problemas, e se apelasse à não-violência...
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Lista I - Medidas e Argumentos
Lista I - Ideias/ Iniciativas /Intervenções
Rodrigo Teixeira
Rita Amorim
Mariana Lima
Bruna Araújo
Jorge Cerqueira
Marco Lima
Carmen Teixeira
Daniela Lima
Gaspar Monteiro
Bruno Cristino
*Alunos da turma F do sexto ano.
1ª Medida
Sensibilizar a comunidade escolar para o problema da violência em meio escolar.
2. Medida:
Apoiar a vítima e o agressor.
(criação de um espaço de atendimento à vítima - gabinete da sexualidade, ocupar o tempo livre dos alunos mais problemáticos, com clubes, com actividades do seu interesse, envolver os alunos mais problemáticos da escola em campanhas de solidariedade)
Argumentação
Rodrigo Teixeira
Rita Amorim
Mariana Lima
Bruna Araújo
Jorge Cerqueira
Marco Lima
Carmen Teixeira
Daniela Lima
Gaspar Monteiro
Bruno Cristino
*Alunos da turma F do sexto ano.
1ª Medida
Sensibilizar a comunidade escolar para o problema da violência em meio escolar.
(realização de palestras na escolas destinadas a alunos, encarregados de educação, docentes e não docentes, organização de campanhas dirigidas à comunidade escolar sob a orientação do clube do ambiente/ecoescolas)
2. Medida:
Apoiar a vítima e o agressor.
(criação de um espaço de atendimento à vítima - gabinete da sexualidade, ocupar o tempo livre dos alunos mais problemáticos, com clubes, com actividades do seu interesse, envolver os alunos mais problemáticos da escola em campanhas de solidariedade)
Argumentação
Considerando que uma sociedade informada está melhor preparada para enfrentar o problema da violência em meio escolar, a nossa lista propõe que ao longo do ano este tema não seja esquecido, para isso, pretende-se criar parcerias com entidades exteriores à escola, nomeadamente a equipa de Apoio a Crianças em Risco, para que dirijam palestras a docentes e não docentes, alunos e encarregados de educação. Quando todos conhecem o problema, mais cedo o identificam e mais cedo o solucionam, se todos os agentes envolvidos no processo de educação do aluno estiverem à alerta para esta problemática, o risco de se passar ao lado de uma situação desta, será menor.
Para que o alerta se mantenha vivo ao longo de todo o ano lectivo e não se restrinja a uma data ou a um mês, a nossa lista sugere a criação de um grupo de alunos, a funcionar em regime de Clube do Ambiente e da Saúde/ Eco-escolas, que dinamizará actividades sobre esta temática durante todo o ano lectivo e dirigida a toda a comunidade escolar.
Para que o alerta se mantenha vivo ao longo de todo o ano lectivo e não se restrinja a uma data ou a um mês, a nossa lista sugere a criação de um grupo de alunos, a funcionar em regime de Clube do Ambiente e da Saúde/ Eco-escolas, que dinamizará actividades sobre esta temática durante todo o ano lectivo e dirigida a toda a comunidade escolar.
Considerando que a violência em meio escolar acabará no dia em que deixarmos de ter agressores, a nossa lista propõe que se apoie principalmente os agressores. Sabendo que o maior número de casos de violência surge, em momentos não lectivos, propomos que os horários dos discentes, identificados pelos directores de turma como alunos problemáticos, sejam ocupados o mais possível com actividades do seu interesse, que passarão por Desporto Escolar, Clubes, actividades na Biblioteca Escolar, entre outros. Estas actividades não deverão ser sentidas como um castigo, mas sim como uma nova forma de estar na escola, aproveitando o seu tempo em algo útil para si. Para estes alunos propomos também o envolvimento em campanhas de solidariedade, que os façam sentirem-se melhores cidadãos e lhes permita serem olhados de outra forma.
Por exemplo, um aluno problemático que acompanhe semanalmente um idoso, que necessita do seu apoio, o valorize como cidadão e o aguarde semanalmente, decerto desencadeará um processo de valorização da sua auto-estima.
Propomos também, que sempre que surjam vitimas, estas tenham um espaço próprio para se manifestarem, para isso, sugerimos que no mesmo espaço da Educação Sexual, seja aberto um tempo especializado para o apoio à vítima, recorrendo neste caso a pessoas o mais especializadas quanto o orçamento o permita. Alem da disponibilidade habitual nesta escola, de professores, psicóloga e funcionários, consideramos que com a abertura deste espaço, daremos à vítima mais uma oportunidade para expor os seus problemas.
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