domingo, 4 de março de 2012
Parlamento de Jovens
No dia dezassete de janeiro realizou-se a sessão escolar escolar, na qual os alunos tiveram mais uma vez oportunidade de aprofundar o tema, e apresentar as suas medidas. Foi elaborado ainda o
projecto de recomendação da escola, com as seguintes MEDIDAS: Aproveitar as potencialidades das redes sociais, para divulgar eventos ou atividades relacionadas com a Prevenção da Exclusão Social. Ex: criação de grupos nas redes
sociais (o facebook) que se debrucem sobre esse tema; divulgação de eventos sobre a exclusão social; denúncia de situações de exclusão social.
Criar uma plataforma estudantil, através das Redes Sociais para que os jovens possam aprender, refletir
sobre os assuntos relacionados com discriminação, além de poderem exprimir opiniões e colaborar de forma a haver uma mudança positiva nas suas escolas. Foi ainda proposto o tema a desenvolver no próximo ano letivo, “O Consumismo”.
Os Deputados Eleitos efetivos nesta sessão foram:
Margarida Teixeira Monteiro (9.ºE) e João Vítor Brandão (6.ºA). O Deputado suplente foi o aluno Luís Miguel Fernandes Pereira (7.ºE).
Os Deputados referidos participaram no dia vinte e sete de fevereiro, em representação da Escola na Sessão Distrital, a Viana do Castelo. A sua prestação foi bastante positiva, das vinte escolas inscritas no programa, a Arcozelo alcançou a sétima posição, na aprovação na generalidade das medidas.
terça-feira, 10 de maio de 2011
SESSÃO NACIONAL
Recomendação à Assembleia da República
Consultar:
http://app.parlamento.pt/webjovem2011/basico/RecomendacaoAprovada.pdf
Reportagem sobre a Sessão Nacional do Parlamento de Jovens
Consultar:
http://w3.dren.min-edu.pt/gift/tvktve/tvktve.htm
Recomendação à Assembleia da República
Consultar:
http://app.parlamento.pt/webjovem2011/basico/RecomendacaoAprovada.pdf
Reportagem sobre a Sessão Nacional do Parlamento de Jovens
Consultar:
http://w3.dren.min-edu.pt/gift/tvktve/tvktve.htm
terça-feira, 22 de março de 2011
Sessão Distrital
Os deputados eleitos efectivos na Sessão Escolar participaram no dia catorze de Março, na Sessão Distrital, em Viana do Castelo, em representação da escola.
A sua prestação foi bastante positiva. Das vinte e cinco escolas inscritas no programa, a EB23/S de Arcozelo obteve vinte votos, alcançando a nona posição.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Debate com a presença do Deputado Eduardo Martins
Contou com a presença do deputado da Assembleia da República, Dr. Eduardo Martins, um debate desenvolvido no âmbito deste projecto.
Este debate foi aberto à comunidade escolar, sendo divulgado nos canais de comunicação do Agrupamento.
Na mesa estiveram presentes, no papel de mediadores dos seguintes elementos: a Psicóloga do Agrupamento., Drª Fernanda Alves, o sub-director do Agrupamento, elemento da EPCI (Equipa de Prevenção e combate à indisciplina), Prof. José Carlos Fernandes, e um dos professores responsáveis pelo projecto, Prof. Gaspar Rocha.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Sessão Escolar
Medidas aprovadas na sessão escolar
1. Apoiar a vítima e o agressor (criação de um espaço de atendimento à vítima no gabinete da sexualidade, ocupar o tempo livre dos alunos mais problemáticos, com clubes/actividades do seu interesse, envolver os alunos mais problemáticos da escola em campanhas de solidariedade).
2. Envolver a comunidade educativa na promoção da educação para os valores e no combate à violência em meio escolar (pretendemos realizar acções de (in)formação, estabelecer contactos/parcerias com entidades da escola).
Deputados Eleitos
Efectivos
Rodrigo Manuel Soares Teixeira
Francisca Sousa
Suplente
Diogo Silva
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Resultados das Eleições
Lista A:152
Lista I: 149
Deputados eleitos à Sessão Escolar:
Rodrigo Manuel Soares Teixeira,
Rita Marlene Cunha de Sá Amorim,
Mariana Silva Lima,
Bruna Micaela Rodrigues Araújo,
Jorge Gabriel Alves Cerqueira,
Tiago Costa,
Francisca Sousa,
Hugo Pereira,
Sara Gomes,
Diogo Silva.
Lista I: 149
Deputados eleitos à Sessão Escolar:
Rodrigo Manuel Soares Teixeira,
Rita Marlene Cunha de Sá Amorim,
Mariana Silva Lima,
Bruna Micaela Rodrigues Araújo,
Jorge Gabriel Alves Cerqueira,
Tiago Costa,
Francisca Sousa,
Hugo Pereira,
Sara Gomes,
Diogo Silva.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Lista A - Medida e Argumento
Tiago Costa,
Francisca Sousa,
Hugo Pereira,
Sara Gomes,
Diogo Silva,
Ana Carolina Portela,
Bruna Soares,
Nuno Brandão,
Marlene Silva,
Rafael Santos.
* alunos da turma A do sétimo ano de escolaridade.
Medida:
“Envolver a comunidade educativa na promoção da educação para os valores e no combate à violência em meio escolar.”
Argumentação:
- Estabelecer contactos/parcerias com entidades da escola (EPCI, clubes…), locais e nacionais;
- Criar uma "Brigada", formada por professores, alunos e auxiliares da acção educativa, que intervenha “no terreno” na prevenção e resolução de focos de violência em meio escolar;
- Desenvolver projectos no âmbito da cidadania, direitos humanos e paz, tratando o tema pela positiva, reforçando os valores de justiça e solidariedade, que deverão ser tratados nas várias áreas disciplinares e/ou áreas disciplinares não curriculares; - Criar um Clube, como actividade extra-curricular, na nossa escola, onde se debatesse e reflectisse sobre os problemas, e se apelasse à não-violência...
Francisca Sousa,
Hugo Pereira,
Sara Gomes,
Diogo Silva,
Ana Carolina Portela,
Bruna Soares,
Nuno Brandão,
Marlene Silva,
Rafael Santos.
* alunos da turma A do sétimo ano de escolaridade.
Medida:
“Envolver a comunidade educativa na promoção da educação para os valores e no combate à violência em meio escolar.”
Argumentação:
A violência em meio escolar é uma questão transversal, tanto na sua origem como no seu combate.
Na sua génese, na medida em que, na maior parte das vezes, tem como berço o seio familiar, mas também está muito presente no quotidiano das pessoas dos vários estratos sociais e grupos profissionais, mesmo daqueles que têm a função de zelar pela sua erradicação. Quem poderá ficar indiferente ao comportamento das pessoas na estrada, nos recintos desportivos, nas assembleias, ou à mensagem mais ou menos explícita que é veiculada nos meios de comunicação ou nos jogos de computadores?
Por isso, facilmente se constata que muitos são os responsáveis por esse fenómeno, uns mais do que outros: uns por acção, outros por inacção.
Ora, é esta constatação óbvia que fundamenta a necessária contribuição de todos os agentes da comunidade, educativa e local, na solução desta realidade. Solução que passará forçosamente por apostar, dado ser a violência um problema apreendido socialmente, no envolvimento de todos na promoção da educação para a não-violência e para os valores, em particular o do respeito, próprio e pelos outros.
Se for apenas a escola (professores, alunos/turma, funcionários, associação de estudantes/pais) a combater esta problemática, a sua missão tornar-se-á muito difícil, para não dizer impossível. Sobretudo porque continuará a ser legitimada fora.
Daí a razão de ser da apresentação desta medida – “Envolver a comunidade educativa na promoção da educação para os valores e no combate à violência em meio escolar”.
Na sua génese, na medida em que, na maior parte das vezes, tem como berço o seio familiar, mas também está muito presente no quotidiano das pessoas dos vários estratos sociais e grupos profissionais, mesmo daqueles que têm a função de zelar pela sua erradicação. Quem poderá ficar indiferente ao comportamento das pessoas na estrada, nos recintos desportivos, nas assembleias, ou à mensagem mais ou menos explícita que é veiculada nos meios de comunicação ou nos jogos de computadores?
Por isso, facilmente se constata que muitos são os responsáveis por esse fenómeno, uns mais do que outros: uns por acção, outros por inacção.
Ora, é esta constatação óbvia que fundamenta a necessária contribuição de todos os agentes da comunidade, educativa e local, na solução desta realidade. Solução que passará forçosamente por apostar, dado ser a violência um problema apreendido socialmente, no envolvimento de todos na promoção da educação para a não-violência e para os valores, em particular o do respeito, próprio e pelos outros.
Se for apenas a escola (professores, alunos/turma, funcionários, associação de estudantes/pais) a combater esta problemática, a sua missão tornar-se-á muito difícil, para não dizer impossível. Sobretudo porque continuará a ser legitimada fora.
Daí a razão de ser da apresentação desta medida – “Envolver a comunidade educativa na promoção da educação para os valores e no combate à violência em meio escolar”.
Acções concretas:
- Pretendemos realizar acções de formação (palestras, conferências, workshops, etc.);
- Pretendemos realizar acções de formação (palestras, conferências, workshops, etc.);
- Estabelecer contactos/parcerias com entidades da escola (EPCI, clubes…), locais e nacionais;
- Criar uma "Brigada", formada por professores, alunos e auxiliares da acção educativa, que intervenha “no terreno” na prevenção e resolução de focos de violência em meio escolar;
- Desenvolver projectos no âmbito da cidadania, direitos humanos e paz, tratando o tema pela positiva, reforçando os valores de justiça e solidariedade, que deverão ser tratados nas várias áreas disciplinares e/ou áreas disciplinares não curriculares; - Criar um Clube, como actividade extra-curricular, na nossa escola, onde se debatesse e reflectisse sobre os problemas, e se apelasse à não-violência...
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Lista I - Medidas e Argumentos
Lista I - Ideias/ Iniciativas /Intervenções
Rodrigo Teixeira
Rita Amorim
Mariana Lima
Bruna Araújo
Jorge Cerqueira
Marco Lima
Carmen Teixeira
Daniela Lima
Gaspar Monteiro
Bruno Cristino
*Alunos da turma F do sexto ano.
1ª Medida
Sensibilizar a comunidade escolar para o problema da violência em meio escolar.
2. Medida:
Apoiar a vítima e o agressor.
(criação de um espaço de atendimento à vítima - gabinete da sexualidade, ocupar o tempo livre dos alunos mais problemáticos, com clubes, com actividades do seu interesse, envolver os alunos mais problemáticos da escola em campanhas de solidariedade)
Argumentação
Rodrigo Teixeira
Rita Amorim
Mariana Lima
Bruna Araújo
Jorge Cerqueira
Marco Lima
Carmen Teixeira
Daniela Lima
Gaspar Monteiro
Bruno Cristino
*Alunos da turma F do sexto ano.
1ª Medida
Sensibilizar a comunidade escolar para o problema da violência em meio escolar.
(realização de palestras na escolas destinadas a alunos, encarregados de educação, docentes e não docentes, organização de campanhas dirigidas à comunidade escolar sob a orientação do clube do ambiente/ecoescolas)
2. Medida:
Apoiar a vítima e o agressor.
(criação de um espaço de atendimento à vítima - gabinete da sexualidade, ocupar o tempo livre dos alunos mais problemáticos, com clubes, com actividades do seu interesse, envolver os alunos mais problemáticos da escola em campanhas de solidariedade)
Argumentação
Considerando que uma sociedade informada está melhor preparada para enfrentar o problema da violência em meio escolar, a nossa lista propõe que ao longo do ano este tema não seja esquecido, para isso, pretende-se criar parcerias com entidades exteriores à escola, nomeadamente a equipa de Apoio a Crianças em Risco, para que dirijam palestras a docentes e não docentes, alunos e encarregados de educação. Quando todos conhecem o problema, mais cedo o identificam e mais cedo o solucionam, se todos os agentes envolvidos no processo de educação do aluno estiverem à alerta para esta problemática, o risco de se passar ao lado de uma situação desta, será menor.
Para que o alerta se mantenha vivo ao longo de todo o ano lectivo e não se restrinja a uma data ou a um mês, a nossa lista sugere a criação de um grupo de alunos, a funcionar em regime de Clube do Ambiente e da Saúde/ Eco-escolas, que dinamizará actividades sobre esta temática durante todo o ano lectivo e dirigida a toda a comunidade escolar.
Para que o alerta se mantenha vivo ao longo de todo o ano lectivo e não se restrinja a uma data ou a um mês, a nossa lista sugere a criação de um grupo de alunos, a funcionar em regime de Clube do Ambiente e da Saúde/ Eco-escolas, que dinamizará actividades sobre esta temática durante todo o ano lectivo e dirigida a toda a comunidade escolar.
Considerando que a violência em meio escolar acabará no dia em que deixarmos de ter agressores, a nossa lista propõe que se apoie principalmente os agressores. Sabendo que o maior número de casos de violência surge, em momentos não lectivos, propomos que os horários dos discentes, identificados pelos directores de turma como alunos problemáticos, sejam ocupados o mais possível com actividades do seu interesse, que passarão por Desporto Escolar, Clubes, actividades na Biblioteca Escolar, entre outros. Estas actividades não deverão ser sentidas como um castigo, mas sim como uma nova forma de estar na escola, aproveitando o seu tempo em algo útil para si. Para estes alunos propomos também o envolvimento em campanhas de solidariedade, que os façam sentirem-se melhores cidadãos e lhes permita serem olhados de outra forma.
Por exemplo, um aluno problemático que acompanhe semanalmente um idoso, que necessita do seu apoio, o valorize como cidadão e o aguarde semanalmente, decerto desencadeará um processo de valorização da sua auto-estima.
Propomos também, que sempre que surjam vitimas, estas tenham um espaço próprio para se manifestarem, para isso, sugerimos que no mesmo espaço da Educação Sexual, seja aberto um tempo especializado para o apoio à vítima, recorrendo neste caso a pessoas o mais especializadas quanto o orçamento o permita. Alem da disponibilidade habitual nesta escola, de professores, psicóloga e funcionários, consideramos que com a abertura deste espaço, daremos à vítima mais uma oportunidade para expor os seus problemas.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Parlamento de Jovens 2010/2011
Data limite da apresentação da candidatura das listas - 16 de Dezembro
Período da Campanha - 4 de Janeiro a 12 de Janeiro
Eleições - 14 de Janeiro
Debate com a presença de um deputado da Assembleia da República - 24 de Janeiro
Sessão Escolar - 20 de Janeiro
Período da Campanha - 4 de Janeiro a 12 de Janeiro
Eleições - 14 de Janeiro
Debate com a presença de um deputado da Assembleia da República - 24 de Janeiro
Sessão Escolar - 20 de Janeiro
quarta-feira, 16 de junho de 2010
SESSÃO NACIONAL
Resumo da Sessão Nacional - 24 e 25 de Maio http://app.parlamento.pt/webjovem2010/documentos/Resumo_SessaoNacional_Basico.pdf
Recomendação à Assembleia da República
Aprovada na Sessão Plenária em 25 de Maio de 2010 http://app.parlamento.pt/webjovem2010/documentos/Recomendacao_Aprovada_SN_Basico.pdf
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
SESSÃO DISTRITAL
A Sessão Distrital decorreu no dia 15 de Março de 2010 (2f), no Auditório do Pavilhão da AIMINHO, situado no Campo Senhora d'Agonia, em Viana do Castelo, com início às 9h30 e terminus às 18h.
Escolas que irão participar na Sessão Nacional:
Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos com Ensino Secundário de Barroselas ;
Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos com Ensino Secundário de Lanheses ;
Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos de Viana do Castelo.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
SESSÃO ESCOLAR
Alunos que vão representar a escola na Sessão Distrital
Leandro Pereira - Lista A;
Hugo Araújo - Lista B;
Mafalda Soares - Lista C.
Medidas propostas
1- Obrigatoriedade de abordar o tema da "Educação Sexual" no 2º e 3º ciclo, na área curricular não disciplinar de Formação Cívica.
2-Criação de uma sala de atendimento a Jovens, com a colaboração de profissionais de saúde.
3-Criação de um Clube de Educação Sexual.
Exposição dos motivos
Na sociedade actual verifica-se que os jovens continuam com falta de informação sobre o tema em questão, o que leva a comportamentos de risco e daí advêm consequências negativas como, gravidez não planeada, infecções sexualmente transmissíveis, violência, exploração e abuso sexual, desigualdade entre os sexos, desrespeito pela diferença entre as pessoas e pelas orientações sexuais, entre outros.
A partir das pesquisas que realizamos, constatamos que Portugal é o segundo país europeu com mais casos com gravidez na adolescência e o país da Europa Ocidental e Central com mais novos casos de infecção pelo HIV/Sida, segundo o relatório anual da ONUSIDA e da Organização Mundial de Saúde sobre a evolução da doença no mundo.
Por isso mesmo, torna-se urgente inverter esta tendência adquirindo novos conhecimentos e novos hábitos. Uma parte muito importante de aquisição de tais conhecimentos e hábitos (tão precocemente quanto possível, por razões de eficácia) tem um lugar e um domínio privilegiados de expressão: o lugar é a escola e o domínio a Educação Sexual.
Neste sentido, a prática das nossas medidas visaria a adopção de estilos de vida saudáveis por parte da população escolar, jovens de hoje, adultos de amanhã, e pela aquisição de competências que tornem os jovens capazes de "relacionar harmoniosamente o corpo com o espaço, numa prespectiva pessoal e interpessoal promotora da saúde e da qualidade de vida" e desenvolver a capacidade de pedir ajuda e saber recorrer a apoios quando necessário.
E como conseguir alcançar este objectivo?
Comunicando acerca do tema da sexualidade, criando momentos em que os alunos possam expressar sentimentos e opiniões e esclarecer as suas dúvidas.
1- Obrigatoriedade de abordar o tema da "Educação Sexual" no 2º e 3º ciclo, na área curricular não disciplinar de Formação Cívica.
2-Criação de uma sala de atendimento a Jovens, com a colaboração de profissionais de saúde.
3-Criação de um Clube de Educação Sexual.
Exposição dos motivos
Na sociedade actual verifica-se que os jovens continuam com falta de informação sobre o tema em questão, o que leva a comportamentos de risco e daí advêm consequências negativas como, gravidez não planeada, infecções sexualmente transmissíveis, violência, exploração e abuso sexual, desigualdade entre os sexos, desrespeito pela diferença entre as pessoas e pelas orientações sexuais, entre outros.
A partir das pesquisas que realizamos, constatamos que Portugal é o segundo país europeu com mais casos com gravidez na adolescência e o país da Europa Ocidental e Central com mais novos casos de infecção pelo HIV/Sida, segundo o relatório anual da ONUSIDA e da Organização Mundial de Saúde sobre a evolução da doença no mundo.
Por isso mesmo, torna-se urgente inverter esta tendência adquirindo novos conhecimentos e novos hábitos. Uma parte muito importante de aquisição de tais conhecimentos e hábitos (tão precocemente quanto possível, por razões de eficácia) tem um lugar e um domínio privilegiados de expressão: o lugar é a escola e o domínio a Educação Sexual.
Neste sentido, a prática das nossas medidas visaria a adopção de estilos de vida saudáveis por parte da população escolar, jovens de hoje, adultos de amanhã, e pela aquisição de competências que tornem os jovens capazes de "relacionar harmoniosamente o corpo com o espaço, numa prespectiva pessoal e interpessoal promotora da saúde e da qualidade de vida" e desenvolver a capacidade de pedir ajuda e saber recorrer a apoios quando necessário.
E como conseguir alcançar este objectivo?
Comunicando acerca do tema da sexualidade, criando momentos em que os alunos possam expressar sentimentos e opiniões e esclarecer as suas dúvidas.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
LISTAS
A (9ºA)
Nº6- Patrícia Sousa
Nº16 -Leandro Pereira
Nº25- Simone Caçador
Nº1- Abel Fernandes
Nº24- Sandro Dantas
Nº17- Lisa Sá
Nº3- Ana Melo
Nº21- Mariana Costa
Nº13- Joana Cunha
Nº5- Bruno Gonçalves
MEDIDAS a implementar:
1ª : Criação de um Clube sobre Educação Sexual;
2ª: Criar uma Página virtual sobre Educação Sexual na Plataforma da Escola;
B (9ºB)
Nº3 - Andreia Martins
Nº5 - Bruna Lima
Nº7 - Cátia Silva
Nº10 - Diogo Correia
Nº13 -Hugo Araújo
Nº16 - José Dantas
Nº20 - Nelson Matos
Nº24 - Rui Maciel
Nº25 - Samaritana Silva
Nº27 - Vanessa Silva
MEDIDAS a implementar:
1ª: Criação de uma disciplina de Educação Sexual para o 3º ciclo, (45 min. p/mês em vez da aula de F.C.).
2ª: Criação de uma sala de atendimento a jovens, com a ajuda de profissionais de saúde.
3ª: Criação de um blogue.
C (9ºC)
Nº1-Alexandre Martins
Nº9-Fabrice Costa
Nº11-Flávia Lima
Nº12-Joana Silva
Nº15-Mafalda Soares
Nº16-Marco Alves
Nº19-Mário Ferreira
Nº20-Marouane Hachmi
Nº21-Rafael Matos
Nº25-Vítor Esteves
MEDIDAS a implementar:
1ª: Contratação de um profissional de saúde por escola, para leccionar 1 vez por mês a disciplina de Educação Sexual nas aulas de Formação Cívica.
2ª: Cada escola deve ter um pequeno consultório (sala específica), onde se encontrará o profissional de saúde. Esta sala estará aberta entre as 9 h e as 18 h.
D (6ºE)
Nº1-Alexandra Silva
Nº3- Bruna Lima
Nº5- Carolina Duarte
Nº8- Filipe Pereira
Nº9- Guilherme Silva
Nº10- Helena Martins
Nº11- Helena Pereira
Nº14- Joana Martins
Nº20- Rui Vilela
Nº21- Simone Cício
MEDIDAS a implementar:
1ª: Implementação de um bloco de 90’ para a projecção de filmes e/ou documentários relacionados com a problemática do crescimento e dos afectos. (90 min. p/mês em vez da aula de E.A.).
2ª: Criação de um jornal de parede, “ Os Afectos”, onde serão colocados artigos relacionados com a temática.
3ª: Criação de uma “Caixa de Dúvidas”, onde os alunos colocarão as suas dúvidas e incertezas.
E (6ºA)
N.º4 - Bruna Vieira
N.º9 - Diogo
N.º23 - Tiago
N.º18 - Nuno
N.º1 - Ana Carolina
N.º22 -Susana
N.º10 -Francisca
N.º17 -Marlene
N.º21 -Sara
N.º11 -Hugo
MEDIDAS a implementar:
1ª: Criação de um “horário” de oportunidades para o esclarecimento e o desabafo individual (biblioteca), com profissionais especializados e marcação prévia.
2ª: Abordagem do tema da Educação Sexual, na formação cívica, (como acontece actualmente), mas com mais tempo, de forma a possibilitar um trabalho contínuo e sistemático dos diferentes assuntos a abordar.
3ª: Sessões de esclarecimento e debate organizadas nas escola sobre o tema (trimestrais).
A (9ºA)
Nº6- Patrícia Sousa
Nº16 -Leandro Pereira
Nº25- Simone Caçador
Nº1- Abel Fernandes
Nº24- Sandro Dantas
Nº17- Lisa Sá
Nº3- Ana Melo
Nº21- Mariana Costa
Nº13- Joana Cunha
Nº5- Bruno Gonçalves
MEDIDAS a implementar:
1ª : Criação de um Clube sobre Educação Sexual;
2ª: Criar uma Página virtual sobre Educação Sexual na Plataforma da Escola;
B (9ºB)
Nº3 - Andreia Martins
Nº5 - Bruna Lima
Nº7 - Cátia Silva
Nº10 - Diogo Correia
Nº13 -Hugo Araújo
Nº16 - José Dantas
Nº20 - Nelson Matos
Nº24 - Rui Maciel
Nº25 - Samaritana Silva
Nº27 - Vanessa Silva
MEDIDAS a implementar:
1ª: Criação de uma disciplina de Educação Sexual para o 3º ciclo, (45 min. p/mês em vez da aula de F.C.).
2ª: Criação de uma sala de atendimento a jovens, com a ajuda de profissionais de saúde.
3ª: Criação de um blogue.
C (9ºC)
Nº1-Alexandre Martins
Nº9-Fabrice Costa
Nº11-Flávia Lima
Nº12-Joana Silva
Nº15-Mafalda Soares
Nº16-Marco Alves
Nº19-Mário Ferreira
Nº20-Marouane Hachmi
Nº21-Rafael Matos
Nº25-Vítor Esteves
MEDIDAS a implementar:
1ª: Contratação de um profissional de saúde por escola, para leccionar 1 vez por mês a disciplina de Educação Sexual nas aulas de Formação Cívica.
2ª: Cada escola deve ter um pequeno consultório (sala específica), onde se encontrará o profissional de saúde. Esta sala estará aberta entre as 9 h e as 18 h.
D (6ºE)
Nº1-Alexandra Silva
Nº3- Bruna Lima
Nº5- Carolina Duarte
Nº8- Filipe Pereira
Nº9- Guilherme Silva
Nº10- Helena Martins
Nº11- Helena Pereira
Nº14- Joana Martins
Nº20- Rui Vilela
Nº21- Simone Cício
MEDIDAS a implementar:
1ª: Implementação de um bloco de 90’ para a projecção de filmes e/ou documentários relacionados com a problemática do crescimento e dos afectos. (90 min. p/mês em vez da aula de E.A.).
2ª: Criação de um jornal de parede, “ Os Afectos”, onde serão colocados artigos relacionados com a temática.
3ª: Criação de uma “Caixa de Dúvidas”, onde os alunos colocarão as suas dúvidas e incertezas.
E (6ºA)
N.º4 - Bruna Vieira
N.º9 - Diogo
N.º23 - Tiago
N.º18 - Nuno
N.º1 - Ana Carolina
N.º22 -Susana
N.º10 -Francisca
N.º17 -Marlene
N.º21 -Sara
N.º11 -Hugo
MEDIDAS a implementar:
1ª: Criação de um “horário” de oportunidades para o esclarecimento e o desabafo individual (biblioteca), com profissionais especializados e marcação prévia.
2ª: Abordagem do tema da Educação Sexual, na formação cívica, (como acontece actualmente), mas com mais tempo, de forma a possibilitar um trabalho contínuo e sistemático dos diferentes assuntos a abordar.
3ª: Sessões de esclarecimento e debate organizadas nas escola sobre o tema (trimestrais).
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
O que é o Parlamento dos Jovens?
O Parlamento dos Jovens é uma iniciativa institucional da Assembleia da República (AR), desenvolvida ao longo do ano lectivo com as Escolas de todo o país que desejarem participar, culminando com duas Sessões Nacionais que se realizam anualmente na Assembleia da República:
• Uma Sessão destinada aos alunos do ensino secundário;
• Uma Sessão destinada aos alunos do 2º e 3º ciclos do ensino básico.
São objectivos do programa:
a) Incentivar o interesse dos jovens pela participação cívica e política;
b) Sublinhar a importância da sua contribuição para a resolução de questões que afectam o seu presente e o futuro individual e colectivo, fazendo ouvir as suas propostas junto dos órgãos do poder político;
c) Dar a conhecer o significado do mandato parlamentar e o processo de decisão do Parlamento, enquanto órgão representativo de todos os cidadãos portugueses;
d) Incentivar as capacidades de argumentação na defesa das ideias, com respeito pelos valores da tolerância e da formação da vontade da maioria.
Fases do Projecto
1- Formação de Listas (cada lista deverá definir no máximo três medidas, as quais serão fundamentadas durante o período de campanha e na sessão escolar).
2- Campanha.
3- Eleições na escola.
4- Sessão escolar (eleição dos deputados que irão participar na sessão Distrital). Da sessão escolar sairá uma sugestão para o tema a desenvolver no próximo ano lectivo.
5- Sessão Distrital.

6- Sessão Nacional (caso os alunos sejam eleitos na sessão Distrital).

Existirá uma comissão eleitoral que terá as seguintes competências:
Artigo 8.º do Regimento
Competência da Comissão Eleitoral Escolar
1. À Comissão Eleitoral Escolar compete supervisionar todo o processo eleitoral.
2. Compete-lhe designadamente:
a) Obter, junto da secretaria da Escola, os cadernos eleitorais;
b) Receber, admitir, identificar e publicitar as listas candidatas;
c) Nomear a Mesa de voto;
d) Fiscalizar a campanha eleitoral;
e) Incentivar a constituição de várias listas;
f) Marcar as datas das eleições e da Sessão Escolar tendo em conta a data limite estabelecida no calendário do programa.
3. Compete ainda à Comissão Eleitoral Escolar deliberar sobre quaisquer omissões ao presente Regulamento e ao Regulamento da Sessão Escolar.
4. A Comissão Eleitoral Escolar é soberana. Das suas decisões não há recurso.
O Parlamento dos Jovens é uma iniciativa institucional da Assembleia da República (AR), desenvolvida ao longo do ano lectivo com as Escolas de todo o país que desejarem participar, culminando com duas Sessões Nacionais que se realizam anualmente na Assembleia da República:
• Uma Sessão destinada aos alunos do ensino secundário;
• Uma Sessão destinada aos alunos do 2º e 3º ciclos do ensino básico.
São objectivos do programa:
a) Incentivar o interesse dos jovens pela participação cívica e política;
b) Sublinhar a importância da sua contribuição para a resolução de questões que afectam o seu presente e o futuro individual e colectivo, fazendo ouvir as suas propostas junto dos órgãos do poder político;
c) Dar a conhecer o significado do mandato parlamentar e o processo de decisão do Parlamento, enquanto órgão representativo de todos os cidadãos portugueses;
d) Incentivar as capacidades de argumentação na defesa das ideias, com respeito pelos valores da tolerância e da formação da vontade da maioria.
Fases do Projecto
1- Formação de Listas (cada lista deverá definir no máximo três medidas, as quais serão fundamentadas durante o período de campanha e na sessão escolar).
2- Campanha.
3- Eleições na escola.
4- Sessão escolar (eleição dos deputados que irão participar na sessão Distrital). Da sessão escolar sairá uma sugestão para o tema a desenvolver no próximo ano lectivo.
5- Sessão Distrital.

6- Sessão Nacional (caso os alunos sejam eleitos na sessão Distrital).

Existirá uma comissão eleitoral que terá as seguintes competências:
Artigo 8.º do Regimento
Competência da Comissão Eleitoral Escolar
1. À Comissão Eleitoral Escolar compete supervisionar todo o processo eleitoral.
2. Compete-lhe designadamente:
a) Obter, junto da secretaria da Escola, os cadernos eleitorais;
b) Receber, admitir, identificar e publicitar as listas candidatas;
c) Nomear a Mesa de voto;
d) Fiscalizar a campanha eleitoral;
e) Incentivar a constituição de várias listas;
f) Marcar as datas das eleições e da Sessão Escolar tendo em conta a data limite estabelecida no calendário do programa.
3. Compete ainda à Comissão Eleitoral Escolar deliberar sobre quaisquer omissões ao presente Regulamento e ao Regulamento da Sessão Escolar.
4. A Comissão Eleitoral Escolar é soberana. Das suas decisões não há recurso.
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